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quarta-feira, 29 de maio de 2013

REPORTAGEM JORNAL DA MANHÃ

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domingo, 11 de novembro de 2012

REPORTAGEM PORTAL TERRA

Matemática: jogos e programas de computador facilitam aprendizado 
11 de novembro de 2012 • 08h11 
Jogos facilitam o aprendizado do aluno e permitem que o professor acompanhe as dificuldades com determinado conteúdo
Foto: Antonio Batalha, Firjan/Divulgação

A pilha com bolas de sorvete cresce a cada resposta correta sobre a tabuada, premiando quem consegue a de maior tamanho. Resolver equações de primeiro grau torna-se condição para a formação dos átomos que farão parte dos experimentos de um cientista. As duas propostas são exemplos de jogos que aliam o aprendizado de matemática à diversão e fazem parte do Programa Sesi Matemática, que beneficiará as escolas estaduais do Rio de Janeiro.
Até agora, apenas uma das 11 escolas previstas na primeira fase de implantação do programa recebeu o kit com os jogos. Mas já é possível perceber o impacto nos estudantes. Em setembro, foi inaugurada uma sala especial no Colégio Estadual Compositor Luiz Carlos da Vila, em Manguinhos. Duas turmas do primeiro ano do ensino médio participam do projeto. "A gente nota uma diferença muito grande. Eles estão gostando muito, ficam mais tranquilos, mais concentrados", avalia a diretora-adjunta da escola, Elaine Gayoso. Segundo ela, a experiência tem dado tão certo que professores de outras turmas estão procurando horários para levarem seus alunos ao laboratório.
Em contraste aos objetos impressos no livro didático, a interação proporcionada pelo ambiente virtual facilita a assimilação do conteúdo, analisa o professor-adjunto da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Cristiano Alberto Muniz. "A criança consegue trabalhar com uma representação dos objetos matemáticos de forma mais dinâmica", explica. A criação de um espaço de experimentação, onde é possível acertar e errar sem que haja a sensação de punição muitas vezes imposta pela marca da borracha no papel, também é importante, na visão do professor. "Nesse espaço virtual, ela pode apagar, voltar, e isso é fundamental", justifica.
A riqueza da experiência, tanto para alunos quanto para professores, também conta como ponto a favor, opina Muniz, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Ele acrescenta que uma atividade lúdica como essa torna o aprendizado mais espontâneo, já que a criança deixa de lado a preocupação excessiva em dar uma resposta ao que ele chama de contrato didático. "Em vez de fazer a construção daquilo que o professor espera dele, no jogo ele está mais preocupado em atingir o objetivo da atividade lúdica", entende. Para os docentes, o estímulo à criatividade é a principal vantagem. "O livro pré-estabelece determinados procedimentos e resolução de problemas, enquanto que no ambiente virtual ele é desafiado a construir situações", observa Muniz.
Os jogos ainda permitem ao professor detectar se o aluno tem dificuldade em determinado conteúdo. A gerente de educação básica do Sesi-RJ, Hozana Cavalcante Meirelles, explica que o próprio programa exibe dicas e informações, ou indica o assunto que deveria ser aprendido antes de o aluno participar daquele jogo. Além disso, o educador tem à disposição um sistema de avaliação que lhe permite monitorar as questões feitas e o tempo que o aluno levou para respondê-las. A partir do relatório gerado ao final de cada desafio, o professor pode propor trabalhos individuais ou outro tipo de atividade de acordo com a necessidade percebida.

Objetivo é difundir programa em escolas do RJ até 2015
Em 2011, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), por meio do Sesi-RJ, firmou uma parceria com a desenvolvedora inglesa de jogos matemáticos Manga High. Para a criação dos games, uma equipe no Brasil analisou o currículo instituído pelo Ministério da Educação (MEC) e adaptou ao formato. O conteúdo, segundo Hozana, foi agrupado de acordo com o nível de aprendizado previsto para cada série do ensino fundamental e médio, em colaboração com o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). São diversos jogos, alguns com mais de cem fases diferentes, totalizando mais de 50 mil desafios.
A infraestrutura conta com 40 laptops, lousa digital, projetor, TV de 42 polegadas, quadro branco, mesas em grupos e kit com materiais concretos, como esquadros gigantes, objetos geométricos e brinquedos. Não há previsão para que as outras 10 salas de matemática sejam entregues nas escolas estaduais do Rio de Janeiro e região metropolitana listadas pela Secretaria Estadual de Educação (Seeduc). Para o ano que vem, o plano é expandir o programa para mais 287 escolas - 26 delas com a implantação da sala. Até 2015, a previsão é de que R$ 60 milhões sejam investidos para a cobertura integral das instituições estaduais de ensino no Rio de Janeiro, sendo 10% delas beneficiadas com a construção da sala.
Para garantir o aproveitamento em sala de aula, os professores passaram por um período de capacitação. Mas o programa também pode ser acessado de fora da escola. Com a opção online, os alunos podem treinar suas habilidades matemáticas a partir de qualquer computador, além de competir com alunos do mundo inteiro.

Software gratuito já é usado em quatro Estados
Os
jogos que serão oferecidos nas escolas estaduais do Rio de Janeiro seguem a linha de alternativas já existentes para o ensino da matemática com ferramentas digitais. Uma delas é o GeoGebra, um software de matemática dinâmica gratuito e compatível com diferentes plataformas. Criado em 2001 pelo austríaco Markus Hohenwarter, o programa combina conteúdos de geometria, álgebra, tabelas, gráficos, estatística e cálculo. No Brasil, quatro institutos difundem a aplicação, no Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), em Maringá (PR) e em Fortaleza (CE).
A coordenadora do Instituto GeoGebra São Paulo, Celina Abar, explica que o software pode ser utilizado a partir do momento em que a matemática começa a ser ensinada, inclusive em turmas de alunos mais novos. Para ela, a utilização depende da atitude positiva do docente em relação à ferramenta, bem como do apoio dos órgãos educacionais. O instituto paulista foi o terceiro criado na América Latina e está vinculado à Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP. Segundo a coordenadora, uma das áreas de pesquisa desenvolvidas recentemente tem se voltado para a adaptação do GeoGebra em tablets.
Em Santa Catarina, a professora de matemática Ana Lúcia Pintro é uma das adeptas do uso do GeoGebra em sala de aula. Há quatro anos, ela emprega a ferramenta em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental em duas escolas municipais: a EMEF Padre José Francisco Bertero, em Criciúma, e a EEF Demétrio Bettiol, em Cocal do Sul. A experiência tem sido gratificante. "Eles assimilam os conceitos fundamentais sem ser uma coisa forçada. É como aprender a falar, a comer", compara a professora.
Sem curso preparatório - Ana Lúcia garante ter aprendido a utilizar o GeoGebra lendo os manuais disponibilizados na internet -, a educadora já elaborou uma lista com mais de 50 jogos e atividades que podem ser explorados com o uso do software. A professora também disponibiliza em seu blog algumas apostilas com essas tarefas para professores que queiram fazer uma experiência com o programa em suas aulas.
Mesmo com a disponibilidade de programas gratuitos para o ensino da matemática, Celina acredita que as escolas brasileiras têm de passar por uma adequação. "Os professores têm que se adaptar. As crianças já nascem com o dedo na tela", afirma. A coordenadora do Instituto GeoGebra São Paulo também aposta na falta de formação própria para esse fim como uma das causas para a baixa adesão em comparação a outros lugares do mundo. "É um trabalho lento", admite. Para o professor Cristiano Alberto Muniz, a estrutura deficiente também é um fator condicionante. "Nós não disponibilizamos tecnologia para explorar toda essa riqueza", lamenta.
O presidente da SBEM indica ainda a falta de uma cultura pedagógica que encare as novidades tecnológicas como aliados da educação - segundo ele, a maioria dos professores atuais pertence a uma geração que não teve contato direto com as inovações da área. Além disso, ele afirma que a carência de investimentos também é prejudicial. "O estado tem que investir na alfabetização tecnológica dos professores, ou eles não vão conseguir se apoderar dessas tecnologias como instrumento pedagógico", sentencia.

PARA LER A REPORTAGEM NO PORTAL TERRA, CLIQUE AQUI.

domingo, 6 de maio de 2012

BOLETIM INFINITUS

Professores, esse espaço é novo. Você pode participar. Aproveite para divulgar experiências ou descobrir dicas interessantes para melhorar o ensino de matemática.
      Hoje estreia o Boletim infinitus, programa informativo da comunidade que abordará temas da educação, tecnologia e matemática. Nesta edição trazemos uma entrevista com a professora Ana Lúcia Pintro, autora de diversos blogs, entre eles o “Alunos Que Exploravam” com atividades do GeoGebra. 

Entrevista não editada:  Parte 1 e Parte 2

segunda-feira, 30 de abril de 2012

REPORTAGEM CARTA NA ESCOLA

Reportagem da jornalista Tory Oliveira para a Revista Carta na Escola.
Fotos com as alunas Karina e Paola da E.E.F. Demétrio Bettiol.
Clique na imagem para facilitar a leitura.
Para saber mais sobre o trabalho da Tory Oliveira e sobre seu livro "Jonas Brothers de A a Z",
clique na imagem ou aqui.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

REPORTAGEM DIÁRIO DE NOTÍCIAS


Reportagem de Daniela Soares para o jornal Diário de Notícias.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

TRABALHO APRESENTADO NA PUC/SP

Para assistir ao videoclipe do evento que aconteceu na PUC/SP, onde apresentamos nosso trabalho, clique AQUI ou na imagem.


QUERES SER UNIVERSAL, COMEÇA POR PINTAR TUA ALDEIA!
 
Participei da 1ª Conferência Latino-Americana de Geogebra realizada na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Esse evento ocorreu nos dias 13, 14 e 15 de novembro de 2011.
O que é o Geogebra? O próprio nome o apresenta, pois é a junção das palavras geometria e álgebra. É um software gratuito de matemática dinâmica que está conquistando os professores de matemática do mundo! Já foi traduzido para 58 idiomas, fundou 85 institutos e é conhecido em 190 países.
O segredo de tanto sucesso pode ser explicado pela frase escolhida para a abertura da apresentação de Zsolt Lavicza, responsável pelo suporte aos institutos criados para divulgar os projetos do software Geogebra. Em sua palestra ele repetiu um provérbio africano: “Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado." Muita gente contribui com esse projeto que começou em 2001, como tese de mestrado do austríaco Markus Hohenwarter. Alguns colaboram com seus conhecimentos matemáticos, outros com sua capacidade para traduzir línguas, outros usando seus saberes sobre programação de computadores, outros organizando formação continuada para ensinar os professores. Enfim, é uma comunidade que aumenta diariamente. Quem gosta de matemática, quem ama a Educação, quem acredita que é possível qualificar o ensino da disciplina mais criticada pelos péssimos resultados apresentados, está participando para ajudar e receber apoio.
Quando eu soube que durante o feriadão haveria um grupo de aproximadamente duzentas pessoas apresentando suas pesquisas, trocando experiências e discutindo as perspectivas para o uso do software Geogebra, enviei uma mensagem eletrônica parabenizando os coordenadores pela iniciativa. Despretensiosamente, anexei o trabalho que faço na E.M.E.F. Padre José Francisco Bertero em Criciúma e na E.E.F. Demétrio Bettiol, de Cocal do Sul. Fui surpreendida com o convite da Dra. Celina Abar, responsável pelo Instituto Geogebra de São Paulo, para que eu fosse apresentar meu trabalho. Minha primeira reação foi agradecer e dizer que no momento eu não tinha condições. Depois lembrei de uma frase de Tolstói: “Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia!” Então, pensei: “Posso estar jogando fora a oportunidade que tenho de contar sobre as coisas boas que acontecem na minha terra.”
Fui a última conferencista a apresentar minha experiência, cujo título era “O Uso do software Geogebra no Ensino Fundamental II”. Iniciei dizendo que descobri que sabia muito de espanhol e pouco de Geogebra. Entendi quase tudo o que as pessoas que vieram da Espanha, da Costa Rica, da Argentina, do Uruguai e do Chile falaram e compreendi muito pouco sobre as pesquisas desenvolvidas usando o Geogebra. Fiquei pensando nas coisas “malucas” que aqueles professores pesquisadores estavam desenvolvendo em suas escolas e universidades. Perguntei-me se a “maluca” não seria eu, em querer que meus alunos do 6º ano conheçam as ferramentas do programa. Também pode ser que eu esteja dando o primeiro passo para que minhas crianças entendam, no futuro, o que é que o Geogebra tem a ver com palmito, semente de girassol e as asas da libélula.
 Quando senti que minha missão estava cumprida, chorei! Era um choro silencioso e gratificante. Foi maravilhoso saber que as atividades que desenvolvo com meus alunos servem como referência para os cursos de formação continuada desenvolvidos pela Faculdade de Tecnologias – FATEC – de Ourinhos, em São Paulo.  Jamais imaginei que um dia estaria contando com a ajuda do assessor de matemática da Costa Rica na tradução das minhas palavras para que um dos professores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, entendesse o que acontece nas nossas escolas.
Não quero que pensem que por isso tudo faço um trabalho incrível. Tenho certeza de que meu trabalho requer muita melhoria. Começo a encontrar pessoas dispostas a trocar experiências, a fazer críticas e sugestões. O trabalho do professor não pode ser solitário. Trabalhar em equipe é o grande desafio dos educadores. Reconheço que as condições reais para isso não existem em nossas instituições de ensino, mas quem sabe a gente encontre uma solução razoável.
       Agradeço a Secretaria do Sistema de Ensino de Criciúma pelo apoio que recebi para cantar as coisas da minha aldeia! Há pessoas que sem saber contribuem para que a comunidade Geogebra cresça, se una, se fortaleça e descubra caminhos para resolver os problemas da Educação Matemática. Precisamos de ação e não de discursos. E agir não é tão fácil quanto discursar.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PLACA DE MENÇÃO HONROSA

Recebi essa placa da Secretaria do Sistema de Educação de Criciúma, como Menção Honrosa pela reportagem da Revista Nova Escola.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

APRESENTANDO NOSSO TRABALHO...

Este vídeo é amador. A intenção é apresentar o trabalho desenvolvido com o software GeoGebra nas aulas de Ensino Fundamental II.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

REPORTAGEM NOVA ESCOLA (GEOGEBRA)

Foto publicada pela Revista Nova Escola na reportagem "Sete respostas sobre o Sofware GeoGebra".

Clique na imagem para visualizar melhor.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SESI/Criciúma usa o GeoGebra


Os alunos da E.M.E.F. Padre José Francisco Bertero visitaram o SESI de Criciúma, no dia 21 de outubro de 2009, através do projeto Casa Aberta.
Os alunos do Curso de Aprendizagem em Programação de Computador estavam realizando atividades no GeoGebra, orientados pelo professor de matemática Joselito.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

REPORTAGEM RBS TV - CRICIÚMA/SC

USO DO SOFTWARE GEOGEBRA
NAS AULAS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

RÁDIO ELDORADO: PROGRAMA PAPO SÉRIO


Estivemos conversando com os estudantes de jornalismo que apresentam o Programa Papo Sério na Rádio Eldorado de Criciúma.
Agradecemos a oportunidade de apresentar nosso trabalho e de poder contribuir com nossas experiências.

sábado, 22 de agosto de 2009

COMPUTADOR COMO ALIADO DE MATEMÁTICA

PARA LER ESSA REPORTAGEM DIRETO DO SITE DO JORNAL A TRIBUNA, CLIQUE:


Karina Farias Da Redação

Aprender matemática ficou muito mais fácil e estimulante na escola Padre José Francisco Bertero, no bairro São Simão, em Criciúma. A disciplina considerada por muitos como um verdadeiro bicho-de-sete-cabeças virou parceira das ferramentas tecnológicas e acabou conquistando a garotada. Com o uso de um software gratuito, o GeoGebra, a professora Ana Lúcia Pintro consegue repassar conteúdos importantes de uma forma mais leve e prazerosa. O aliado: o computador. O empenho da docente lhe rendeu a menção honrosa de Educador Nota 10, premiação concedida pela Fundação Victor Civita.
Segundo a professora, o empenho em aprender a utilizar o programa de computador valeu a pena. Ana Lúcia garante que além dos alunos gostarem do novo método, as atividades escolares de matemática foram aperfeiçoadas com o GeoGebra. "Eles adoram ir para o computador e aprender, por isso que fazer matemática com apoio da informática tem dado um diferencial. Os exercícios ficaram bem mais completos com o uso do software. Ganhamos muito com a tecnologia", comentou a educadora.

Maior interesse pelo conteúdo
Para Ana Lúcia Pintro, diferentemente do que muitos pensam, o uso da tecnologia não impede o raciocínio lógico do estudante, e sim, auxilia. "A calculadora, o computador e as demais ferramentas foram feitas para ajudar. O que o educador precisa fazer é auxiliar no uso. A internet hoje atrapalha o aprendizado sim, mas em muitos momentos pode ser parceira do ensino. É saber usar a tecnologia a favor do saber", destacou.
Entre os quase 100 alunos que utilizam o GeoGebra, segundo a professora de matemática, a vontade de estudar a disciplina aumentou. É o caso do aluno do nono ano, Marcos Antônio Mattei, que não gostava dos números, mas agora começou a praticá-los. "Não me dou bem em matemática, mas com o computador estou bem mais interessado nas aulas. Ficou muito melhor", afirmou. Mariah Paulo, do oitavo ano, também gostou da novidade. " Adolescente quer estar sempre no computador, então ficou bem melhor aprender matemática por meio da tecnologia. A gente gosta bem mais e fica mais fácil", enfatizou.
As aulas de matemática na escola Padre José Francisco Bretero com o auxílio do GeoGebra estão ocorrendo desde novembro do ano passado. A ideia que surgiu inicialmente para realizar exercícios gerou premiação ao projeto desenvolvido pela professora Ana Lúcia Pintro. Dentre 4 mil inscritos, ela se destacou e ficou entre os 50 melhores trabalhos avaliados pela Fundação Victor Civita. "É uma honra ficar entre os melhores educadores. É o reconhecimento de um trabalho feito em parceria com meus colegas da escola", finalizou.

PROJETO GEOGEBRA AJUDA NO APRENDIZADO DE MATEMÁTICA

PARA LER ESSA REPORTAGEM, ACESSE:

PROJETO DE MATEMÁTICA É DESTAQUE NACIONAL

PARA LER ESSA REPORTAGEM DIRETO DO PORTAL ENGEPLUS, CLIQUE:
PROJETO DE MATEMÁTICA É DESTAQUE NACIONAL
A implantação do projeto Uso do Geogebra nas Aulas de Matemática rendeu à Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre José Francisco Bertero, no bairro São Simão, menção honrosa no Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita. Os alunos da escola de Criciúma souberam nesta semana que das mais de quatro mil inscrições eles ficaram entre os 50 finalistas.

Implantado em março deste ano pela professora de Matemática, Ana Lúcia Pintro, o projeto transferiu os alunos da sala de aula para o laboratório de informática. São apenas oito computadores, instalados em 2007, para atender 92 estudantes do sexto ao nono ano. Motivo que fez os alunos deixarem de lado os acessos aos sites de relacionamento na internet.

Quem entra no laboratório quer logo partir para os desafios de álgebra e geometria do programa gratuito desenvolvido por um austríaco em 2001 e que logo ganhou tradução em 35 idiomas. “Numa publicação conheci o programa Geogebra, que permite a criação de atividades que exploram diversos conteúdos matemáticos e com a ajuda da professora de informática optamos por implantar na escola", diz Ana Lúcia. "Deu tão certo que os alunos nem sentem a aula de Matemática passar."

Antes do recesso escolar em razão na nova gripe, os alunos tomaram a iniciativa de escrever ao criador do Geogebra para agradecer a praticidade com que realizam exercícios de circunferência, perímetro e área. Com a ajuda da professora de inglês, as cartinhas foram traduzidas e no retorno às aulas nesta semana a surpresa: Markus, o austríaco, enviou um email aos estudantes, agradecendo.

De acordo com a professora Ana Lúcia, que ministra as aulas na companhia da colega Bruna Warmeling, desde que os alunos entraram na sala de informática para aprender Matemática não foi mais preciso chamar a atenção. “Termina a aula e eles ainda estão na frente do micro”, conta.

O estudante Jorge Luiz Rocha Júnior, 14 anos, garante que o método facilita o entendimento dos cálculos, com a exploração das propriedades das figuras. Embora seja bom aluno, viu a média subir de oito para nove depois que passou a frequentar a sala de informática.

A experiência não fica somente em sala já que 68% dos alunos contam com computador em casa. Cerca de 44 % tem acesso à internet, mas muitos não sabiam a função do mouse quando encararam a primeira aula de Matemática diferenciada.

Texto/fotos: Ariadne Niero - ariadne.niero@engeplus.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MENÇÃO HONROSA !!!

ESTAMOS MUITO FELIZES COM A CONQUISTA DA MENÇÃO HONROSA QUE RECEBEMOS DA FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA - EDUCADOR NOTA 10.

Não foi fácil, trabalhamos muito, tivemos muitas dúvidas, tivemos que repensar a nossa prática pedagógica... Mas sempre acreditamos que podíamos fazer mais para melhorar a qualidade de ensino da matemática. Vamos continuar nossa caminhada porque acreditamos que temos uma grande missão na área da educação. E nosso município, nosso país, nosso mundo precisa crescer e avançar muito mais...
Agradeço a minha Diretora Inês pelo apoio, a professora de informática Bruna que acompanha meus alunos durante as atividades e a professora Eliane que colaborou na tradução das cartas e a Jucélia que atende os alunos quando estamos em curso. E também, aos meus alunos que aceitaram o projeto e estão aprendendo muito com isso.

Ana Lúcia
Para conhecer mais sobre o projeto
"Software GeoGebra: Uso didático nas aulas de Matemática e Informática Educacional das Séries Finais do Ensino Fundamental", desenvolvido na E.M.E.F. Padre José Francisco Bertero, leia o relato enviado ao Prêmio Educador Nota 10 e o Trabalho de Conclusão de Curso da professora Maria Albertina Guizzo e do professor Amarildo Fenício.
Copie e cole o link na barra de endereços que dá certo:
RELATO: http://anapintro.vila.bol.com.br/relato.pdf

TCC: http://anapintro.vila.bol.com.br/TCCGeogebra.pdf